Obrigado, Exu.
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1 - Por Pouco - Mundo Livre S/A (2000) - amenizando a experimentação, inclusive na poética desvairada, a banda de Fred Zero-Quatro fez seu melhor disco, na minha opinião. Tem ali o Jorge Ben, inspiração de sempre, e a critica ao establishment - a contracapa e o encarte com as fotos de uma banda fictícia bacanuda são sensacionais.
2 - Stress, Depressão e Síndrome de Pânico - Autoramas (2000) - rock alegre e rápido, mastigando coisas da adolescência encruada nos trintões. Uma felicidade de ouvir e de cantar, imaginando que esse disco devia ter sido lançado em 1989. De volta para o futuro.
3 - Quando o Arco Íris Encontrar o Pote de Ouro - Nando Reis (2000) - sentimentalismo poético com excelente harmonização, cultura pop inserida no contexto, música para cantar alto e refrões pegajosos. O melhor disco original do Nando Reis.
4 - Picture Perfect - The Maybees (2000) - em inglês, a voz poderosa de Vanessa Krongold e a guitarra esperta de Motoki - com adição de Edgard Scandurra - apontavam para um revival nacional do british rock. Um ano depois apareceria o The Strokes, mas rápido e lânguido. O Maybees mudou de nome e amenizou o som. Pena.
5 - Se Sexo é o Que Importa, Só o Rock é Sobre o Amor - Bidê ou Balde (2000) - gracinhas com letras espertas e de duplo sentido, nonsense, retrô, o Bidê ou Balde é sempre citado nas listas de melhores com o "Outubro Ou Nada". Achei que ali as piadas ficaram repetitivas.

6 - Península - The Pelvs (2001) - quatro grande canções e um bom recheio entre elas,também em inglês, trumpetinho marrento, um disco esquisito no cenário pop. Apontava uma direção. A música nacional tomou outra, com um pé na fusão com o samba, o melancolismo fim/começo de milênio de Los Hermanos. Credo. O experimentalismo podia ter vencido. O cansaço venceu.
7 - Entre seus Rins - Ira! (2001) - último bom disco de Rock'n'Roll nacional, abre com a faixa "O Bom e Velho Rock'nRoll". Como em toda boa banda de rock, os cara brigaram na sequência, desfizeram uma bela história. Ficou esse último disco de inéditas. Aquele produzido pelo Bonadio não conta.

8 - Adriana Partimpim - Adriana Calcanhoto (2004) - música infantil para crianças de uma nova era ou para pais que não cresceram direito. Delícia para ouvir e cantar para sempre, com ou sem crianças em casa. No meu caso é com.
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9 - Vagabundo - Ney Matogrosso/Pedro Luis e a Parede (2004) - o auge da parceria entre o Ney e o Pedro Luis, que tinha gerado grandes canções em "Olhos de Farol", esse "Vagabundo" faz o mesmo que os últimos discos do Ney, resgatando músicas do passado imediato e colocando novidades. É, para mim, um disco enérgico e lisérgico, bom para ouvir no carro e no churrasco.
10 - Toda Cura Para Todo Mal - Pato Fu (2005) - popíssimo perfeito, a turma da Takai critica Deus, o Mundo, o Consumismo e pergunta, em tempos internéticos: "Estudar pra quê?".
11 - Mallu Magalhães - Mallu Magalhães (2008) - totosinho, um disco super bem produzido, com um instrumental ótimo e a voz indecifravelmente menina de Mallu, com gemas pop como "Tchubaruba" e "J1". Três anos antes e três anos depois, não vi nada de mais novo que isso.
- No mês de Dezembro me dei ao trabalho de baixar os discos nacionais recentes incensados pela crítica, como Rômulo Fróes, Mombojó, Cidadão Instigado, Guizado, Lucas Santtana, Móveis Coloniais de Acaju, Violins, Silvia Machete, Fábio Góes, o novo do Otto, o novo do Arnaldo Antunes... Ouvi muita coisa, exaustivamente. Em breve faço um texto sobre. O que tenho a dizer é que não achei nada digno de novo & nota.
1) Amnésia - Nolan (2000) / inovador, revelador do talento de Nolan que depois esqueceu como fazer e se meteu nos Batmans, mais convencionais.
2) Inteligência Artificial - Spielberg (2001) / roteiro que Kubrick queria que Spielberg dirigisse, um filme lindo, uma fábula mítica com muitas camadas de leitura.
3) Irreversível - Noé (2002) / o jovem realizador francês fez um filme em quatro planos sequência e montou do fim para o começo. Seria invencionice se não tivesse grandes atores e um roteiro irrepreensível. Triste, cruel e melancólico, um dos grandes filmes da década.

4) Dogville - Von Trier (2003) / o filme que vale por um tratado sociológico. Nele, Trier despe os cenários para despir as pessoas.
5) A Má Educação - Almodóvar (2004) / o grande filme de Almodóvar na década, afronta a educação católica e fala de maneira profunda sobre relacionamentos.
6) Sin City - Miller/Rodriguez (2005) / como diz Rafael Galvão, "Embora saudado como o grande filme derivado dos quadrinhos, ele é muito mais que isso. É a melhor releitura do film noir feita desde Blade Runner, e ainda mais radical".
7) O Labirinto do Fauno - Del Toro (2006) / o melhor filme fantástico da década, visualmente deslumbrante, o conto de fadas da década - e sem final feliz.
8) Onde os Fracos Não Têm Vez - Coen (2007) / o filme de ação com serial killer estranho e mauzão alcança a esfera cult. Estranho, envolvente, interessante.
9) Cloverfield - Reeves (2008) / revivendo a seara de filmes de terror feitos com uma câmera na mão - depois tivemos "REC" e "Atividade Paranormal" - o filme vale mais pelo que não vemos do que pelo monstrão. E tem gosto de seriados japoneses.

10) Watchmen - Snyder (2009) / satisfazendo a expectativa de uma geração, Snyder adapta com fidelidade e direção segura, mesmo mudando alguma coisa do final. Escrevi sobre ele aqui.
11) Bastardos Inglórios - Tarantino (2009) / bom, o filme do ano, quase indiscutível. O trabalho de maturidade de Tarantino, mastigando estilos e filmes, fazendo algo único. Escrevi sobre ele aqui.

- Sim, a década teve bons filmes como Match Point, Os Infiltrados, Adaptação, Brilho Etrerno de uma Mente sem Lembranças, Donnie Darko, Mulholland Drive, Alta Fidelidade, Quase Famosos, Os Excêntricos Tennenbauns, O Tigre e o Dragão, O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, Peixe Grande, Cidade de Deus, 300, Colateral, Zodíaco, O Homem que Não Estava Lá, O Pianista, Ali, Ray, Oldboy, A Vila, Sinais, O Hospedeiro, O Nevoeiro, Deixa ela Entrar, os três filmes do Senhor dos Anéis, os três filmes dos X-Men, os dois filmes de Kill Bill... Mas acho que esses escolhidos irão permanecer por mais tempo que todos os outros.
- Para 2010 teremos ELVIS E MADONA!
- Feliz 2010 a todos!
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Com comentários sobre cada ano.
Stories from the City, Stories from the Sea - PJ Harvey (2000)
And Then Nothing Turned Itself Inside-Out - Yo La Tengo (2000)
- Um ano que teve ainda o último grande disco de Lou Reed, "Ecstasy" e o último bom disco do U2 "All That You Can't Leave Behind", além de "Bachelor N.2" da Aimée Mann, um dos discos que mais ouvi na vida e "Kid A" do Radiohead.
Stephen Malkmus - Stephen Malkmus (2001)
- Não fiquei tão impressionado com o "This Is It" dos Strokes. Gostei e ouvi muito "Love And Theft" do Dylan. Mas a estréia solo do Malkmus foi irrepreensível.
Yankee Hotel Foxtrot - Wilco (2002)
- O "Yoshimi Battles The Pink Robots" do Flaming Lips está aparecendo em várias listas de melhores da década, mas não "bateu" pra mim. Para mim, no mesmo nível que "Yankee..." está "Brainwashed" último do George Harrisson, um grande e lindo disco.

Silver Lake - Vic Chesnutt (2003)
- "Elephant" do White Stripes é um ótimo disco, mas esse do Chesnutt é o seu melhor da década.
Funeral - Arcade Fire (2004)
- O "Abattoir Blues/The Lyre of Orpheus" do Nick Cave é um grande disco de 2004, mas "Funeral" é um disco para a vida inteira.
Illinoise - Sufjan Stevens (2005)
- Não conhecia o Sufjan até um ou dois anos atrás. Fiquei fã, esse é seu melhor disco. É muito bom, muito original.
Ringleader of the Tormentors - Morrissey (2006)
- Num ano fraco, esse trabalho de muito bom gosto e capricho tem que ser considerado. É um disco que não pára de tocar por aqui.

In Raibows - Radiohead (2007)
- O surpreendente disco do Radiohead - que eu achava que já não tinha muito mais a dizer - foi o melhor de 2007. "Raising Sand" do Plant com a Alisson Krauss e "Neon Bible" do Arcade Fire também são ótimos.
Dig!!! Lazzarus, Dig!!! - Nick Cave & The Bad Seeds (2008)
- Taí um ano em que não gostei de nada que todo mundo gostou. Ouvi mais blues e coisas antigas. O disco do Nick cresce a cada audição. Na primeira, não gostei também. Mas depois foi ficando ótimo.
Dark Was The Night - Vários (2009)
- No ano da volta de Cohen aos palcos, escutei poucos discos novos. Destaque para Dan Auerbach e seu "Keep It Hide" e "Middle Cyclone" da Neko Case - ótimos. Esse "Dark..." é uma coletânea em prol de vítimas da Aids, com canções inéditas de gente como The National, Arcade Fire, Sufjan Stevens, Feist, Bon Iver, Beirut, Yo La Tengo, Cat Power... ou seja, um resumo da ópera da década.
Em breve a lista de discos nacionais e de filmes.
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Dia triste, fico sabendo da morte por overdose de relaxantes musculares, ocasional ou proposital, de Vic Chesnutt. Há muito tempo escrevi um texto no blog do Idelber sobre esse cantor-compositor que sofreu um grave acidente de carro aos 18 anos e desde então ficou preso a uma cadeira de rodas com movimentos reduzidíssimos e muitos problemas de saúde mas, mesmo assim, não deixou de produzir. Foram 15 discos em 10 anos, sendo que os dois últimos apareceram neste ano. Recentemente fiz uma longa viagem e fui ouvindo esses dois últimos discos atentamente. Pensei muito sobre eles e constatei que a tristeza de Vic estava cada vez mais profunda e menos irônica, mas depressiva. Assustei quando fiquei sabendo de sua morte no twitter, através de Gustavo Brigatti. A parceira de Vic, Kristin Hersh, escreveu uma despedida em que diz que ele via a si mesmo como uma pessoa pequena, frágil e triste e, agora, morto, possivelmente ele se sinta grande - e certamente indestrutível e feliz. Sua obra deve ser descoberta.
Hersch inicia também uma campanha para arrecadar dinheiro para a família do músico.
Movendo apenas alguns dedos das mãos - por conta dos remédios, nem sempre conseguia mexê-los - Vic escreveu, tocou e cantou canções em que desdenhava das estúpidas preocupações humanas, ria ou chorava - muitas vezes de maneira dramaticamente irônica - de sua condição de aleijado, falava de amores que não pôde viver, saudava a maconha como aliada na luta contra as dores gerais, enfileirava frases desconexas que podiam soar bestas em qualquer voz - mas não na dele, rascante.
Único rival a altura de Bob Dylan, Tom Waits e Lou Reed, Vic Chesnutt tinha muito a dizer, mas talvez não tivesse mais. Espero - e acho que ele também queria isso - que seja mais ouvido, que o que ele fez até aqui seja, de fato, considerado.
Boa noite, Vic.
Veja Vic aqui.
Não. "Je t´aime moi non plus". No Brain Eaters.
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você tem mais é que comer muitas mulheres
mulheres bonitas
e escrever uns poemas de amor decentes.
não se preocupe com a idade
e/ou novos talentos.
apenas beba mais cerveja
mais e mais cerveja
e vá às corridas ao menos uma vez por
semana
e ganhe
se possível.
aprender a ganhar é difícil -
qualquer porcão pode ser um bom perdedor.
e não se esqueça de Brahms
e de Bach e de sua
birita.
não faça muito exercício.
durma até o meio dia.
evite cartões de crédito
ou pagar qualquer coisa no
dia.
lembre-se que não existe um cu
nesse mundo que vale mais que $50
(em 1977)
e se você tiver a capacidade de amar
primeiro ame a si mesmo
mas sempre tenha em mente a possibilidade de
derrota total
ainda que a razão dessa derrota
pareça certa ou errada -
um gostinho de morte cedo não é necessariamente
uma coisa ruim.
fique longe de igrejas e bares e museus,
como a aranha seja
paciente -
o tempo é a cruz de todo mundo,
mais
solidão
derrota
traição
toda essa sujeira.
fique com a cerveja.
cerveja é o sangue contínuo.
um amor contínuo.
pegue uma boa máquina de escrever
e enquanto os passos vêm e vão
além da sua janela
bata nela
bata nela com força
como se fosse uma luta de pesos pesados
faça como o touro em sua primeira investida
e lembre-se dos velhões
que lutaram tão bem:
Hemingway, Céline, Dostoiévski, Hamsun.
se você acha que eles não enlouqueceram
em quartos minúsculos
assim como você faz agora

sem mulheres
sem comida
sem esperança
você então não está no ponto.
beba mais cerveja.
há tempo.
e se não houver
está tudo bem
também.
(Charles Bukowski, tradução de Fernando Koproski)
O Milton Ribeiro fez um post daqueles de velho reclamão que ele é (hehehe), saudosista de melhores filmes e resenhistas de filmes, "analistas de cinema", pois não? Comentei lá sobre auge e decadência das artes, citei um ranking de Top Tem da Billboard.
Eu comprei a Billboard Brasil. Legalzinha, nada de mais. O que mais me chamou a atenção foi o tal ranking: eles colocaram os Top Ten da primeira semana de outubro dos anos 1969, 1979, 1989 e 1999. O ranking de 2009 está lá no fim da revista. Vamos dar uma olhada?
1969:
1- Green River - Creedence Clearwater Revival
2- Johnny Cash at San Quentin - Johnny Cash
3- Blind Faith - Blind Faith
4- Through the Past, Darkly (Big Hits Vol 2) - Rolling Stones (sim, os Stones já lançavam
coletâneas em 1969!)
5 - Blood, Sweat & Tears - Blood, Sweat & Tears
6 - Best of Cream - Cream
7 - Smash Hits - Jimmi Hendrix
8 - In-A-Gadda-Da-Vida - Iron Butterfly
9 - The Soft Parade - The Doors
10 - Hair - Original Cast
Delícia de seleção pra ouvir no rádio, vai dizer? Vamos ver o Top Ten de 1979?

1979:
1 - In Through The Out Door - Led Zeppelin
2 - Get The Knack - The Knack
3 - Slow Train Coming - Bob Dylan
4 - Midnight Magic - Commodores
5 - Off the Wall - Michael Jackson
6 - Breakfast in America - Supertramp
7 - Risque - Chic
8 - Head Games - Foreigner
9 - Rust Never Sleeps - Neil Young
10 - First Under the Wire - Little River Band
A coisa começa a ficar melosa e complicada, embora no conjunto seja uma boa lista para rádio. Uma lista que tem Zeppelin, Dylan, Young e Jackson é interessante... Vamos para 1989:
1989:
1 - Forever your Girl - Paula Abdul (Viram? Complicou!)
2 - Girl You Know Its True - Milli Vanilli (Fodeu, vai dizer?)
3 - Steel Wheels - Rolling Stones
4 - Hangin Tough - New Kids on The Block (O que dizer?)
5 - Dr. Feelgood - Motley Crue (Lamentável)
6 - Full Moon Fever - Tom Petty
7 - Skid Row - Skid Row (Achei que fosse ver o Europe na lista)
8 - Repeat Offender - Richard Marx (É a época da melosidade exacerbada)
9 - Pump - Aerosmith (E das cópias deslavadas)
10 - The Raw - Fine Young Cannibals (Ufs!)
Viram que diferença em 10 anos? Essa lista é quase insuportável, só se salva o disco do Petty que nem é dos melhores dele. Você acha que não pode ficar pior? Vamo lá pro Top Tem da Billboard USA de 1999:
1999:
1 - Let There Be - Eve (Nem sei o que é, parece que chegou a época das celebridades rápidas e passageiras)
2 - Millenium - Backstreet Boys
3 - Chrsitina Aguilera - Christina Aguilera
4 - Fly - Dixie Chicks
5 - Supernatural - Santana
6 - Devil Without a Cause - Kid Rock
7 - Significant Other - Limp Bizkit
8 - ...Baby One More Time - Britney Spears
9 - A Little Bit Of Manbo - Lou Bega
10 - N***a Please - Ol Dirty Bastard (???)
Constrangedora lista, composta por babas. É isso o que a garotada que nasceu em 1985 ouvia no rádio, é isso que os "críticos musicais" de hoje tiveram na sua formação de base. É fácil você gostar de Christina Aguilera se você cresceu ouvindo Paula Abdul.
E vamos ver qual o Top Ten de 2009?
2009:
1 - The Blueprint - Jay-Z
2 - The Time Of Our Lives - Miley Cirus
3 - I Look To You - Whitney Houston
4 - Only Built For Cuban Linx - Reakwon
5 - #1st and Then Some - Brooks and Dunn
6 - Ready - Trey Songz
7 - The END - Black Eyed Peas
8 - Love Drunk - Boys Like Girls
9 - Only By The Night - Kings of Leon
10 - Fearless - Taylor Swift
Medo.
Acredito no que comentei lá no Milton, as artes, de maneira geral, vivem auges. Tivemos um auge da boa música pop, hoje vivemos um auge da babaquice - daqui a pouco pode passar, ou não.
Na verdade acredito que não, já que os gostos vão se nivelando por baixo. O ranking nacional da revista mostra que as duplas sertanejas imperam por aqui, de cabo a rabo, deixando um lugarzinho tímido pro Skank que, convenhamos, já não tem mais o que falar há muito tempo.
Fica essa sensação de que nada de bom mais se faz. E que quem comenta sobre, nada tem a dizer.
Pode ser uma fase.




