sexta-feira, 05/10/2007

telefonica lixo

e depois de três dias sem internet, finalmente convenci os caras do speedy a me darem suporte.

porque era dizer que a internet não estava conectando e recebia sempre um "não damos suporte para linux". claro que eu já tinha conferido se o problema era de configuração, e inclusive tinha tentado conectar usando o live cd do Feisty, que zera qualquer tipo de configuração e TEM QUE fazer conectar se o problema for da minha máquina. mas nada.

precisei instalar a droga do programinha do speedy no win XP do Roger, pra confirmar, para eles, que o problema era mesmo do speedy. e então ligar e dizer: olha aí, não está conectando não.

aí sim, eles me mandam fazer um monte de coisa retardada que eu já tinha feito no linux, e só então: ah, deixa eu mexer aqui na configuração. e aí conecta. ah! claro que conecta! malditos sejam.

e obviamente foi eu voltar o cabo do modem para o linux que conectou.

mas agora eu aprendi: próxima vez, perguntando qual meu windows, não penso duas vezes: XP. vão mandar eu fazer o que for, é só ir dizendo aham aham aham. não, moço, não conectou ainda não. e pronto. que raiva. raiva raiva raiva raiva.

terça-feira, 18/09/2007

e agora, José?

tem dias que o mundo conspira, e de repente nada parece ser tão relevante quanto a incapacidade que as pessoas têm de conviver com o outro, de respeitar o outro, de se dar conta que o mundo é todo tão maior.

e então esse desespero, que o mundo está todo tão errado, e já está errado há tanto tempo, e continua, e parece que jamais poderá ser diferente, e então, quê?

quarta-feira, 06/06/2007

e de volta à programação normal

porque não quero falar da greve e não quero falar da ocupação e da bagunça que vai acontecer por lá hoje. não quero não quero não quero.


minha mão direita dói e não sei se é o mouse novo ou se ficar os dias corrigindo redações.


- - -

sexta-feira, 09/03/2007

De chatos

O mundo é um lugar de gente chata. Gente que precisa levar tudo ao pé da letra e discutir as vírgulas do pensamento alheio, que é para mostrar como têm razão e opinião própria e sabem argumentar com idéias sólidas e bem estruturadas como uma dissertação exemplar de cursinho com introdução e desenvolvimento e conclusão.

No MSN eu tenho o meu método anti-chatos.

Basta dizer alguma frase sem nexo do tipo "ovelhas que voam se perdem no céu". Se a pessoa começar a dizer que ovelhas não voam ou, pior, responderem com algum emoticon assustado ou com um "o que isso quer dizer?", trata-se de um chato. (Se a pessoa responder que esse é o título de um livro do Daniel Pellizzari ela só é louca, então tudo bem.)

Outro dia me aparece uma pessoa no Y! Messenger de súbito falando "so, interested in art history?" e eu comecei a falar em como isso parecia aqueles comerciais que vendem o grill do George Foreman e a pessoa começou a completar os meus raciocínios com comentários do tipo "e se você for uma das próximas 10 pessoas a ligar você ainda leva essa exclusiva escova de dente que dança e faz café!"

E pronto, taí uma pessoa com quem eu posso conversar decentemente via messenger.

Mas não era isso que eu ia falar.

Pois. Chatos.

Agora vem um mar de chatos* reclamar do dia das mulheres. Mas se tem dia do idoso, dia da secretária, dia do gari (como o Rogério, que é o segundo Roger da minha vida e também é o meu marido gay, faz questão de lembrar toda vez que eu pergunto quando é mesmo o aniversário dele), dia das ovelhas voadoras, dia de coelho botar ovo de chocolate, dia de comprar gravata nova pro papai, dia das crianças, dia de Jesus Cristo, dia de carnaval! Eu não gosto de carnaval, mas eu não fico fazendo discursos de como o carnaval é a decadência moral e ideológica da sociedade brasileira moderna e que o Maurício de Souza afinal não sabe sambar.

Argumentar não é ditar dissertação que merece 10 na Unicamp (oh, veja como faço bom uso da coletânea de textos). Não vem dar uma de Sócrates de quinta linha rebatendo afirmações e distorcendo o que o outro disse até ouvir uma contradição. E ser do contra, porque, claro, ser do contra significa que você pensa diferente e é tão inteligente em perceber o que a massa não percebe, e claro que o dia da mulher é um símbolo da exclusão das mulheres e da opressão masculina, só poderia mesmo ser, é mesmo muito claro para minha mente privilegiada e estudada e não compreendo como os idiotinhas menores são incapazes de aceitar minha excelsa opinião.

Tolerância zero com chatos.

O mundo é todo tão estranho.




*metáfora.

quinta-feira, 13/04/2006

Momento

Opinião, opinião.

Enfia a opinião no c*.

quarta-feira, 09/11/2005

Pra constar

Eu fiz o que eu pude.

O copo cai, quebra, vai fazer o quê? Copo tá quebrado. Joga no lixo.

sábado, 11/06/2005

Não brinco mais

Porque quando você passa tempo demais discutindo com um idiota, pra quem olha de fora aquilo é apenas uma discussão idiota, e não dá pra dizer quem ali é idiota e quem não é.

Mas que eu tive vontade, ah, isso eu tive.

O começo está aqui. O que segue é a resposta mui equilibrada que recebi hoje:

A humildade é algo que se aprende...afinal de contas o que poderia esperar de uma pirralha como vc.Seria bom que vc soubesse o que as pessoas pensam de vc , afinal de contas hoje conversei com o Gustavo.Desequilibrada é vc...tenho uma boa bagagem nas costas...afinal essa é minha segunda faculdade e se vc não sbe me formei pela USP e com uma boa monografia....vc é só uma imbecil que se acha o máximo...seja humilde , e menos burrinha...pq afinal vc não consegue entender nem uma brincadeira...Por favor não fale mais cmg...seus livros serão devolvidos... Saiba que teria um bom trabalho...pois faria...não dependo de uma idiota como vc para seguir minha vida....E se escrevesse tão mal não teria ido tão bem na prova de clássicos... Aprenda a respeitar os outros...
Senhores, temam. Eu me abstenho, a partir desse momento, de qualquer comentário. Vou repetir, como um mantra, não vale a pena, não vale a pena, não vale a pena, não vale a pena...
sexta-feira, 08/04/2005

Install OS?

Formatei meu cérebro. Com uma pequena ajuda.

Bati com a cara na parede e mudei de direção. Quem manda na minha vida sou eu. Porque eu falo as coisas pras pessoas e não sigo meus próprios conselhos. Precisou alguém me dar meus próprios conselhos (dessa vez não sendo meus conselhos e sim os conselhos alheios tão iguais aos meus) pra eles entrarem na minha cabeça.

Sou demais influenciável.

Mode: on

Estou me sentindo meio idiota. O melhor a fazer nesses momentos é apertar o botão laranja.

terça-feira, 11/01/2005

Chega!

A Fuvest morreu pra mim.

E seja o que o examinador quiser. Agh! Morreu. A Fuvest morreu. Eu quero mais é que os examinadores se explodam.

Bah.

quarta-feira, 10/11/2004

70 ou 72?

Corretor de prova de Português não sabe contar.

Desde quando 2+3+3+2 é igual à 8?

E por que o maldito tinha me dado 10 numa outra questão aí desistiu e deu 8?

Bah.

terça-feira, 21/09/2004

Quem me conhece? - IV de IV

Conclusão (mas nem tanto)

Se você achou que eu estou sendo contraditória, ótimo. Em momento algum eu disse que ia ser consistente. Eu não sou consistente. Esse texto ficou enorme e acho que no final de tudo eu até que consegui mostrar um pedaço minúsculo da minha mente. Perguntem a minha opinião sobre qualquer coisa. Estarei mais interessada em ouvir a sua, porque aí explicar a minha dá trabalho demais. E as minhas opiniões são destruídas com facilidade pelos outros.

E sabe o que eu digo? Foda-se. Sou egoísta, e estou muito mais preocupada em como vou viver a minha vida, e com o que me deixa feliz. Se alguém não gostou do que eu disse, tough luck. Sou egoísta e teimosa e metida a besta, um tanto chata e talvez não viva de TPM, mas uma vez por mês eu estou nesse estado, soltando fogo em quem pedir.

Sou tão egoísta e teimosa que deve ser por isso que não divido a minha opinião com ninguém, a não ser que peçam. É, deve ser por isso. Tem gente que vomita opinião e tem gente que acha importante que nós tenhamos uma opinião formada sobre os assuntos diversos que preocupam o mundo atual. Eu não acho nada disso, e não dou opinião a não ser que peçam. E mesmo quando pedem, cuspo alguma coisa mais rasa. Não sei me explicar porque minhas impressões do mundo não vêm em forma de palavras.

O problema é que às vezes as coisas parecem óbvias demais.

Você não me conhece. Eu falo um monte, falo um monte de bobagem, e achar que me conhece por isso é uma grande enganação.

Sou mais sincera quando não abro a boca.

Quem me conhece? - III de IV

Contradições

Deixe-me botar ordem nisso aqui. Volto pro começo. Quem me conhece? Alias, quem me conhece, se nem eu me conheço? Percebo. Percebo uma Olivia, uma menina mais ou menos assim, que vive achando que o mundo tá todo errado, mas não sabe muito bem o porquê. Contradições.

Contradições. Um outro grande drama está aí. As pessoas são cheias de contradições, e ninguém aceita isso. Só que não tem jeito, somos assim, somos humanos. Ninguém é 100% consistente o tempo todo. Mas é o que se espera. É o que todos esperam uns dos outros. Ou você acredita em algo, ou não. Ou você é assim, ou é do outro jeito. Ou você está do nosso lado, ou está do lado dos terroristas barbudos e malvados.

(Calma, calma, não vamos discutir política. Vamos voltar ao meu assunto. Dá pra criar polêmica com ele também, se você se esforçar bastante.)

E ninguém – ninguém, pelo amor de Deus – é assim tão consistente o tempo todo todo todo, com tudo. Podemos ser mais consistentes em relação a um ou outro assunto, e menos com outros, mas não sempre, em todas as áreas da vida. As pessoas são contradições ambulantes, e viram contradições ainda maiores quando buscam construir uma imagem perfeita para mostrar pra família e pros colegas de trabalho.

Aí, pra piorar a situação, a mesma sociedade que força a construção dessa imagem consistente vai punir o coitado que se esforçou tanto pra se encaixar, dizendo que ele é pura pressão, hipócrata, ou simplesmente “muito filadaputa” (tudo depende do grupo do infeliz).

Já ouvi uma amiga falando que um outro amigo nosso é pura pressão. Mente até doer a língua (gostou?, inventei agora) e se faz de malandro, e um dia diz que está namorando firme e está feliz, “amar é muito bom”, e no outro fala que terminou porque “a barca tem que andar”.

Eu já tive a oportunidade de conversar com esse amigo e sei que as coisas não são assim. E conversar, digo, só eu e ele, sem ninguém que exigisse dele aquela posição “pressão”. Eu sei quem conversa comigo abertamente e quem só enrola. Sei perceber muito bem quando alguém está sendo honesto. E eu conheço esse meu amigo a ponto de poder afirmar sem pensar duas vezes que, porra, o cara é incrível. Foi uma das primeiras pessoas com quem eu conversei abertamente e seriamente sobre amor. Falem o que quiserem, mas é um assunto complicado, e certamente impossível de ser mantido em uma conversa com um sujeito que é só “pressão”.

Ou seja: Be consistent. Mas tem que ser consistente de verdade. Não pode mentir pra se passar por consistente. Não pode ser consistente num dia e no outro deixar de ser. Passe uma imagem convincente de verdade. Tão convincente, que eu não posso acreditar que seja apenas imagem. Tenho que acreditar que é real. Se eu perceber que não é, vou ver o quão você é um merda, seu bosta.

E não tem muito jeito, as coisas são assim. Por isso a minha grande capacidade de apertar o botão laranja. Foda-se. Eu não preciso disso. Eu, Olivia Maia Rezende, não preciso disso. Eu vou ser quem eu bem entender. Se eu quiser fazer um piercing na sobrancelha, eu faço, mesmo que a minha irmã ache que eu não tenho “estilo” pra isso. E se eu quiser, porra? E se eu só quiser fazer porque eu acho bonitinho? Acha mesmo que eu vou estar preocupada com algum indivíduo que vai achar que eu fiz porque eu estava querendo ser “pressão” e que não tem nada a ver? Ou mesmo a minha irmã, que insiste que eu estou querendo ser “rebelde”? Ah, mas foda-se.

O começo do fim num relacionamento é muito simples, na minha opinião. Claro, existe um outro começo do fim (“nossa, amor, a gente tá precisando pintar o teto”), mas não é disso que eu tô falando...

O ponto final.

“Ah, mas você não é assim.”

E quem disse? E se eu for? E se tiver ficado assim, de repente, de um dia pro outro?

(Ah, sim, lembrei. Como já disse, menti: eu julgo, sim, mas com consciência disso. Mas é que julgar e classificar pessoas que passam na rua ou no shopping é praticamente uma modalidade de esporte, contanto que elas desapareçam da sua cabeça dali cinco minutos. Se isso não acontecer, e você ficar o dia todo analisando as coitadas, você não sabe jogar direito.)

Quem me conhece? - II de IV

Julgamentos

Quem acha que me conhece?

Quando você julga alguém, dizendo que ela é assim ou do outro jeito, cria-se uma barreira. E sim, às vezes essa barreira é importante. Às vezes o que você quer é justamente criar essa barreira. Por exemplo, o pessoal do fundão do cursinho é retardado. Mulas. Devem sentar na mesma cadeira há cinco anos. Sócio honorário, como diz o professor de Geografia do Brasil. Entre os meninos, eu ouço também a voz de uma menina, e a voz dela me irrita. Retardada.

Eu sei que não é bem assim. Mas nesse caso, não estou nem aí. Minha vida não vai mudar em nada por causa dessas pessoas.

Acontece que as pessoas são ou deixam de ser de um jeito por causa dos outros. A person is smart, people are stupid. Não lembro onde diabos eu ouvi essa frase, mas ela é genial. Qualquer mula que você conheceu na época de cursinho pode se revelar uma pessoa interessante se você conversar abertamente com ela, sem influências externas. E não digo que você vai concordar com tudo que ela diz. Mas, no mínimo, ela pode se provar alguém interessante.

Claro que existem exceções. Sempre existem. Mas no final das contas, somos todos de uma mesma espécie. As pessoas agem devido a alguma motivação. Elas são como são por causa de algum motivo. Pessoas, de perto, são todas muito parecidas. Mas tem que ser bem de perto mesmo. E foi mais ou menos por isso que eu comecei com esse projeto de criação de personagens. Para entender as semelhanças.

E por isso julgamentos são fracos. A Olivia é doida. A Olivia vive de TPM. A Olivia é normal, fica se chamando de louca, nada a ver. Já ouvi muita coisa. E a maioria na minha cara. É essa minha cara de “e daí” que eu acho que instiga as pessoas a falarem na cara o que elas acham de mim. Não me importo. Ah, é verdade. Tenho uma capacidade enorme de ligar o foda-se. Qualquer dia eu conto a minha historinha de vida, e talvez até dê pra entender o porquê. Nem sempre foi assim. Então fodam-se os julgamentos, bons e ruins.

Mas isso sou eu. As pessoas não são assim. Alguns queriam ser assim, mas não conseguem. Outros dizem que são, e eu acredito, e acho ótimo. Outros eu sei que são sem nem falarem nada. Sinto orgulho em dizer que a maioria dos meus amigos é assim parecida comigo. Uns mais que os outros.

A maioria das pessoas não é. Abraçam julgamentos. Ninguém está interessado em entender as motivações dos outros. Fez isso, é um idiota. Falou aquilo, céus, que pessoa arrogante.

Mas veja, não condeno essas pessoas que julgam. Tem gente que tem preocupações maiores, pra ficar filosofando sobre a motivação alheia. Ou até filosofa, mas não conta pra ninguém, onde já se viu, quem vai querer ouvir? Mas se você não está interessado em saber por que o idiota do seu primo conta aquelas piadas sem graça e se acha lindo e gostoso, não o condene por isso. Pode odiar, pode reclamar, pode chamar de idiota. Mas é óbvio que ele não é só um punhado de piadas mal-contadas e ego inflado.

Porque na verdade eu só acho que vale a pena tentar um entendimento maior de uma pessoa quando ela faz alguma diferença na sua vida. Caso contrário, é pra isso que serve o foda-se.

Quando eu não gosto de alguém, a ponto de me incomodar com isso, não saio falando mal da pessoa por aí. Sou uma ótima inimiga quanto a isso, garanto. Parte da minha cabeça martela na outra dizendo que essa pessoa tem um outro lado que eu não conheço, que não é bem assim, ela não é de todo mal. Até aí, dependendo da pessoa, eu digo foda-se. Contanto que a pessoa fique na dela, eu vou continuar na minha. Foda-se, oras, se eu não gosto da pessoa. Eu sei que ela é tão humana quanto eu, tão gente quanto eu, com defeitos e qualidades, mas foda-se. Se eu tenho meus motivos pra não gostar, basta.

E sim, sabendo que ela tem outro lado. Sem julgar por completo. Falo por falar, que um é idiota e a outra é besta, às vezes é mais fácil sair assim de alguns tipos de conversas. Da boca pra fora, eu sou um tribunal.

Veja, não estou escrevendo tudo isso pra chegar a conclusão nenhuma. Só estou querendo expor uma opinião. Porque cansei de estufar elas dentro de mim, sem muito nexo. Minhas opiniões são todas despedaçadas e sem nexo, porque não sei expressá-las. Decidi tentar. E se isso aqui não estiver fazendo muito sentido...

Paciência.

Olivia
19:47

Quem me conhece? - I de IV

Introdução

Nunca me senti uma excluída da sociedade. Nunca senti que o mundo conspirava contra mim só porque eu pensava diferente da grande maioria. E acho que por isso nunca senti uma grande necessidade de expor essas minhas opiniões esquisitas, ou mesmo desenvolvê-las. Ou, ainda, talvez seja o contrário. Talvez o mundo não começou a conspirar contra mim porque eu nunca senti essa necessidade de expor as minhas opiniões.

Tem gente que me acha louca de tudo. Tem gente que acha que eu sou a pessoa mais normal que eles já conheceram. E tem gente que só me acha uma chata e ponto. Até aí, foda-se.

O que eu sei é uma coisa muito simples: eu penso, e sinto, diferente.

Percebo as atitudes humanas e sou incapaz de julgá-las. Completamente incapaz. Conformismo da minha parte? Já pensei nisso, mas não sei, acho que não. Olivia é incapaz de julgar os outros. Ah, sim, eu digo, “que horror” ou “nossa” ou “é, é mesmo, isso é um absurdo”, na grande maioria das vezes. Mas é porque eu não tenho saco pra discutir.

Odeio discutir.

E por isso também me abstenho de opinar. Tem gente que só tá interessado na sua opinião pra depois pisar em cima e provar por a²+b² que ela está errada. E eu já conheço todos os contra-argumentos dos meus argumentos. Conheço, e muitas vezes até concordo com eles, mas no plano geral, estou pouco me lixando pra eles, e continuo com a minha opinião esquisita.

domingo, 15/08/2004

Ak!

Roubei dele aqui, e sei lá de onde ele roubou.

Eu tô num humor engraçado, esquisito. Sem voz. Rouca, não louca. Um humor meio instável. Minhas vozes não páram de falar, principalmente antes de dormir e logo depois de acordar. Elas reclamam de tudo, é um horror. Mas eu tô ignorando, porque foda-se, deixa eu ser feliz em paz.

Olivia
12:54
quinta-feira, 01/07/2004

.:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Olivia
14:13
sexta-feira, 04/06/2004

G.I. Jr

Tinha um post aqui. Agora não tem mais. Foda-se.

Olivia
02:45
quarta-feira, 24/09/2003

Ah!!!

Antes que eu mate alguém, eu vou ter que gritar aqui.

EU PERDI A MERDA DO MEU CADERNINHO DE ANOTAÇÕES, ONDE EU TINHA -SÓ- A MINHA VIDA INTEIRA ANOTADA!!! PUTA MERDA!

Tá, não é tão trágico assim. Na verdade eu não tinha a minha vida inteira anotada lá. Mas tinha uma porrada de coisa que eu anotei exatamente porque eu ia esquecer depois e aí eu ia ter como lembrar. E adivinha só? Eu NÃO vou lembrar de tudo que tinha lá. Que bosta bosta bosta bosta.

Tô revoltada.

Tinha até a cifra de uma música do Fastball que o Strambi tirou pra mim... Umas três idéias novas de personagens que me atacaram de repente (salvei dois), telefones que eu não lembro nem quais eram, rabiscos inúteis (até deles eu vou sentir falta), alguma coisa que eu tinha anotado pra história do Gil que eu não lembro mais o que é, e... Ah, quer saber?

FODA-SE.

TPM foi fim de semana passado, agora eu não vou mais ficar deprimida resmungando. Perdi, perdeu, já era. Também ninguém vai morrer e o melhor que eu posso fazer é esquecer que ele existiu. E comprar um novo, LOGO porque senão aí sim eu vou ficar louca.

Tive uma idéia genial pro meu momento empacado na história do Gil e agora deslavanquei (existe essa palavra? Se não, acabei de inventar) e até nas aulas eu preciso escrever. Alias, ninguem merece as aulas de quarta-feira, viu? FECH e aquela professora totalmente sem pé nem cabeça, falando de coisas abstratas, tipo a importância do errar, perguntar não ofende, e blah blah blah. Claro, a teoria é boa. Mas eu não tô mais no pré primário, ela não precisa falar com a gente como se fosse um bando de retardado. O problema é que tem uns que ainda acham o máximo. Ek.

Psicologia da percepção é mais legal, a professora sabe do que ela tá falando e não fica enrolando. Eu gosto dela, mas na aula o pessoal começa a viajar da Gestalt do não sei o que que é melhor não abrir a boca porque você só tá falando merda. Mas enfim. Hoje teve um momento que o pessoal começou a viajar tanto, eu olhava pro Luiz, ele fazia aquela cara de 'ai, meu deus', olhava pro Jorge ele fazia uma careta feiosa (pra variar) ou alguma coisa nojenta (pra variar mais ainda... E pensar que eu tô na faculdade...) e olhei pra professora e ela riu, fez careta também. Haha, foi engraçado.

Bom, então tá. Hoje é dia de pintar estrelas. E depois eu vou dirigindo (pela primeira vez, sem a minha mãe) pro Santa Cruz que vai ter uma palestra legal lá.

Aliás, eu tô baixando TODAS as músicas dos Beatles. Não consigo ouvir outra coisa. Deve ser coisa de humor. Eu descobri que andar de manhã me faz o mesmo efeito que beber café. Eu fico ligadona o dia todo. Muito legal isso. Todo dia agora eu vou desde a Dr. Arnaldo até a FAAP a pé, uns 25 minutos, e o resto dia eu fico bem melhor. Descobri que é a melhor coisa que tem. Andar de manhã. Segundo a minha mãe, é assim que a minha avó aguenta as filmagens que duram o dia todo (minha avó cineasta, que tem mais de 70 anos e gosta de acordar todo dias lá pelas 5-6 da manhã pra andar).

E eu fui no clube ontem e me matriculei na musculação e assisti uma aula de aikidô. Quinta é a primeira aula na musculação e eu vou me inscrever no karatê. Acho que vou gostar mais, preciso de alguma coisa mais violenta...

Bom, então eu fui.

Até.

Olivia
13:16
 

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