quarta-feira, 23/03/2005
Outros
megaliga, parte 10, a última
A Megaliga dos Blogs Amigos II chega ao fim, finalmente.
Mas o que é o fim, afinal?
Leiam aqui, no Metrôlinguagem o que o Bispo, digo, o Vitor, aprontou. Para ler as partes anteriores, procure na categoria da Megaliga. Em breve eu posto aqui o conto todo, de um jeito ou de outro.
E por ora continuo meio gripada aqui em Franca e feliz por estar em Franca com aquele o amor da minha vida.
E eu descobri que não gosto - mesmo - de poesia. Pro inferno com a Lírica.
sexta-feira, 11/03/2005
Outros
megaliga, parte 9
Penúltima parte! Momento crucial!
Será que Alan-que-não-é-exatamente-Alan vai conseguir descobrir o que está acontecendo com ele? Será que a escritora vai conseguir se livrar dos personagens inconsistentes de seu romance mal-planejado? Será que Sampaio escapou pela janela? Será que dessa vez a história acaba?
Uhhh! Leiam, leiam!
Na semana que vem, continua no Metrôlinguagem. E vocês não podem perder. De jeito nenhum.
quinta-feira, 03/03/2005
Outros, parte 8
megaliga dos blogs amigos
[Procure nos arquivos da megaliga para ler as partes anteriores.]
Sentia o rosto quente com o tapa forte que levei. E minhas pernas perderam as forças quando eu reconheci – ao menos acho que reconheci – a mulher me olhando feio.
Então percebi o resto da cena. Os dois carros parados, bloqueando a rua, as pessoas que começavam a se aglomerar em volta. Era coincidência demais para ser outra coisa. Era coincidência demais para ser mera coincidência. Abri a boca para falar, mas as palavras não saíram. Os dois homens me encaravam com a mesma cara de dúvida que eu devia estar fazendo.
A mulher não me pareceu entender por que diabos a culpa era dela. E ainda assim, eu tinha a impressão de que a conhecia. Enquanto a maior parte dos outros acontecimentos e fatos passados ainda me pareciam um pouco distorcidos e embaçados, o rosto da moça me era assustadoramente familiar.
Eu tinha uma arma na mão. Por que mesmo eu tinha uma arma na mão?
- Primo...
- Vai começar a me chamar de primo de novo, Alan?
- Olha o que você fez.
A mulher do corpete vermelho ainda olhava para mim. Que tipo de pessoa usava um corpete vermelho daqueles em plena luz do dia? E aquela calça, meu Deus do céu? Onde eu estava com a cabeça?
- Eu... Eu... Eu fiz?
- Não me espanta que aquela mula tenha amnésia. Eu mesma por pouco não fiquei feito ele. Você pensa que pode fazer isso com as pessoas? Ia gostar que alguém decidisse que você odeia chocolate pra depois logo em seguida resolver que é o que você mais gosta na vida? Hein?
- Mas a culpa não é minha...
- E agora?
Meu primo estava falando. Eu não conseguia mais me lembrar o nome dele. Na verdade, não conseguia mais me lembrar porque eu estava ali. Meu primo tinha me chamado de Alan? Meu nome não era Alan. Meu nome era...
- Como assim, e agora?- perguntei.
Porque, oras se eu mandava na vida deles, eu devia mesmo estar segura. De qualquer forma, poderia ficar mais segura ainda se o sujeito armado parecesse um pouco menos confuso. Marcelo e Alan. Não, Alan não era o nome dele. Ou era? Sampaio havia me deixado confusa.
Meu Deus, qual era mesmo o meu nome?
Estava tudo errado. Eu não queria ter escrito aquela história. Sampaio havia destruído minha idéia original. Eu já começava a me questionar se em algum momento existiu, de fato, uma história original. A mulher me olhava com impaciância. Marcelo me olhava com tédio. Alan me olhava com desespero. E eu estava sorrindo. Estava sorrindo porque havia descoberto o que estava acontecendo. Eu havia me lembrado porque Alan não era realmente Alan.
E me perguntava se aquelas pessoas em volta estavam olhando tanto para mim porque eu estaria falando sozinha. Um garotinho prestava atenção no carro baleado. Não. Não. Eles estavam ali. Meus personagens eram tão reais quanto eu. Meu Deus.
- Rápido, me leva daqui!- meu personagem principal gritou, guardando a arma na cintura e correndo até mim.
O que podia ser mais maluco do que aquilo? Eu me lembrava de acordar em um lugar desconhecido. Um homem me atirou por sobre o portão! Todo aquele sangue não havia deixado nenhuma cicatriz! Meu nome não era Alan, minha vida não era aquela.
A moça me agarrou pelo braço e saiu correndo. Sem que eu precisasse dizer mais nada. E ninguém veio atrás de nós. As pessoas apenas olhavam, confusas. Acho que ouvi o som de sirenes. Senti um peso a menos e percebi que a arma não estava mais enfiada na minha cintura.
- O que tá acontecendo?
Por que eu não me lembrei antes? Eu devia saber que aquela idéia de usar um personagem de outra história no meu romance policial não daria certo.
[Não perca o penúltimo capítulo, semana que vem no ô baDundA!]
quarta-feira, 02/03/2005
Tsunami cerebral
Eu sei, eu sei, eu tenho que escrever minha parte da Megaliga. Entendam, estou fazendo o melhor possível e um pouco do impossível também.
Amanhã, no máximo, esse bicho sai.
quinta-feira, 24/02/2005
Outros
megaliga, parte 7
Como disse o Abner, vejam só o que a Renata cometeu na sétima parte do conto da Megaliga dos Blogs Amigos.
Semana que vem é a minha vez. Be afraid. (I know I am.)
Calor maldito. Verão atrasado.
sábado, 19/02/2005
Outros
megaliga, parte 6
Enquanto eu penso no post genial que eu queria postar (já que não consigo pensar em nenhum post genial no momento), deêm uma olhada na continuação da megaliga dos blogs amigos, no blog do Abner.
Quinta-feira (eu acho) que vem, tem mais, no Mundo Estranho.
sexta-feira, 11/02/2005
Outros
Ah, ah!
Quase me esqueço!
megaliga, parte 5
Essa segunda-feira (eu, atrasada?) saiu no Metrôlinguagem a última parte da Megaliga dos Blogs Amigos. Mas na verdade não é a última parte. Oh! Sim, não é a última parte. (Minha mãe reclama da minha mania de dizer "sim, não", pois agora eu disse "não, sim".) A história Outros continuará por mais uma rodada, porque foi uma dessas histórias que resolveu continuar sem se importar com a opinião alheia.
Então leiam o que o senhor bispo (quer dizer, o Vitor, ele mesmo) escreveu. Achei bom demais.
Para ler o que foi escrito antes, clique aqui e siga as instruções de uso. A continuação vai sair semana que vem (segunda-feira, eu suponho) no Asas de Madeira, blog do Abner, o Gigante.
terça-feira, 01/02/2005
Outros
megaliga, parte 4
Foi parar no ô Badunda! a quarta parte da Megaliga dos Blogs Amigos.
Começou por aqui, indo parar aqui, e o personagem ainda estava perdidão. Ele resolveu tomar uma atitude quando passou ali.
Agora nosso querido Alan tá achando que vai resolver o seu problema. Só saberemos na segunda que vem, quando o Vitor terminar a série na segunda que vem, aquela mesmo, que vem antes do carnaval.
segunda-feira, 24/01/2005
Outros, parte 3
megaliga dos blogs amigos
[Começou aqui e depois foi pra cá. Agora está aqui. No Forsit.]
Eu me peguei imaginando se ninguém mais se importava com o fato de eu estar nu. E na verdade nem eu mesmo estava me importando tanto assim. Aquelas pessoas todas não sabiam quem eu era. Se eu jogasse aquele jogo do jeito certo, talvez estaria em casa até o final do dia. Olhei o sangue já seco em meus braços, ignorando o olhar de desdém que aquela mulher lançava na minha direção como se eu fosse um cachorro sarnento.
- Eu devo ter bebido demais.
O jogo era deles e as regras não eram minhas. Mas a mulher achou a minha afirmação muito engraçada e começou a gargalhar. Eu ri também. Fiquei com vontade de rir.
E parei de rir logo em seguida porque achei que já estava rindo demais para um só dia, e ainda não eram nem nove horas da manhã. Ou eram?
- Onde a gente vai?- perguntei.
Eu sentia que o carro ia em alta velocidade, mas quando espiei o velocímetro tive a ligeira impressão de que ele não marcava mais de cinqüenta quilômetros por hora. Olhei as nuvens que passavam velozes, os postes, as casas...
- Tem uma calça do seu primo no banco de trás- ela respondeu.
Pensei que deveria estar começando a ficar impaciente, mas tive vontade de rir outra vez, e segurei. Pulei para o banco de trás e encontrei uma calça marrom jogada no chão. Vesti. Serviu certinho na minha cintura. Levaria aquela calça comigo, só para me vingar. Junto de onde ela estava, vi também um par de tênis.
- Não suja o banco de trás com o seu sangue que hoje eu ainda vou levar o gato na casa do seu primo.
- Ah, aquele cafajeste.- Acho que eu estava ficando mesmo um pouco pirado.
- Quem, o gato?
- O gato?
- Você tá chamando o gato de cafajeste, Alan baby?
- Meu primo pediu pra avisar que você precisa dar o gato pra minha filha.
Se eu não podia entender o que estava acontecendo, eu podia pelo menos deixá-la confusa. Dessa vez ela não riu. Parou o carro com um solavanco e eu espiei pela janela para ver onde estávamos.
Não estávamos em lugar nenhum.
- Pára de olhar tudo com essa cara de retardado. Vamos.
Ela abriu a porta e eu pulei para fora do carro. O chão era de pedras pequenas e pontiagudas, mas a mulher pouco se importou com o fato de eu estar descalço e os tênis no banco de trás serem pequenos demais para os meus pés. Ela acendeu outro cigarro. Acho que tirou o cigarro do sutiã. Na verdade eu estava tentando descobrir se ela estava mesmo usando sutiã e acabei levando um tapa na cara.
- Espera só eu encontrar teu primo.
- Ele disse que hoje à tarde ia sair da cidade atrás de uma vara de pescar e não é pra levar o gato.
- Vara de pescar?
- É. Mas não pode ser qualquer vara. É uma vara que só tem fora da cidade. Ele resolveu que ia começar a pescar.
Ela me encarava, confusa. Talvez eu estivesse no caminho certo.
- Sem o gato- eu completei.
[Continua lá, na outra segunda-feira, dia 31 de janeiro.]
quarta-feira, 19/01/2005
Outros
megaliga, parte 2
Passou a segunda-feira e segunda-feira é dia de Megaliga. Eu não estava por aqui pra dizer qualquer coisa, mas agora eu estou. (Eu estava ocupada tendo alucinações num momento de completo descontrole da minha própria mente.)
A primeira parte dessa segunda edição da liga foi escrita pelo Abner e está aqui. A segunda parte veio pela cabeça não tão assustadora (o que, vocês querem ganhar do Abner? Tá bom, feel free. Avisem-me se conseguirem) da Renata Corrêa em seu blog Mundo Estranho, logo aqui.
Segunda que vem, dia 24, é a minha vez. Be prepared.
terça-feira, 11/01/2005
Mega Liga dos blogs amigos
Eu ia fazer isso depois da Fuvest, mas eu tenho medo do bispo.
Atenção, atenção! Foi dada a largada para a segunda edição da liga dos blogs amigos! Sim, sim! E ela começou aqui!
São cinco blogs, cinco autores. Cada um vai escrever um capítulo de uma história sem planejamento, só com um tema. E o tema dessa segunda edição é baseado em uma música dos Paralamas do Sucesso chamada Nove Luas. Cliquem aí e leiam a letra, caso você esteve vivendo em outro planeta nos últimos anos e não faz idéia do que a música trata.
Eu não participei da primeira edição. Dessa vez eles me coagiram e eu não tive escolhas. Aí vem o Abner e começa a dizer que os autores têm os melhores blogs do Brasil e eu fico me achando.
A primeira edição você pode ler inteira no Metrôlinguagem. Procura que você acha.
Os cinco autores serão: Abner, do blog Asas de Madeira, Renata, do Mundo-Estranho, Olivia (que sou eu, que estou no meio, porque no meio é mais gostoso), Leo, do blog ô baDundA! e o Vitor, do Metrôlinguagem.
O primeiro capítulo já saiu no Asas de Madeira. Leiam. Percebam o que o Abner fez com a gente, sorrateiramente.
Eu gosto dessa palavra. Sorrateiramente.
quarta-feira, 05/01/2005
Megaliga
Eu fiquei bem no meio.
Porque no meio é mais gostoso, já dizia o Caio Nagayoshi.
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.